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Soy Loco Por Ti América - "Favas contadas" (31/03)


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  Em 26/03/2025 em 19:13, Cadete213 disse:

Mosquera cumpriu objetivos mínimos de uma direção pouco ambiciosa. Queremos que continue a surpreender.

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Sorte do Mosquera, que pelo menos garantiu não precisar dar um passo para trás, caso opte por mudar de clube ao final do contrato. Mas vamos ver o desfecho da temporada.

Valeu, Cadete!

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Depois de um desempenho seguro fora de casa e uma vitória por 1 a 0 no jogo de ida, o Quiché protagonizou um colapso em pleno Estádio Municipal de Santa Cruz del Quiché e acabou eliminado nas quartas de final do Clausura 2024 após ser goleado por 4 a 1 pelo Iztapa. O resultado encerra a campanha da equipe de Darío Mosquera de forma amarga e pode também marcar o fim do ciclo do treinador no clube.

No primeiro jogo, com o time completo, o Quiché dominou amplamente as ações e não sofreu qualquer ameaça do Iztapa. Jonathan Dávila foi um espectador de luxo durante os 90 minutos, e o gol solitário de Guido Di Vanni, aos 14’, parecia um enorme desperdício diante do amplo controle da partida. A frustração aumentou quando Allan Velásquez foi expulso de forma infantil aos 89’, prejudicando o planejamento para a segunda mão.

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No jogo de volta, o Quiché entrou em campo sem Velásquez, suspenso, e também sem Morales, fora por acúmulo de cartões. Vários titulares atuaram no sacrifício, e Mosquera precisou mexer na estrutura da equipe. O cenário se tornou trágico logo aos 4 minutos, quando Marcos Roseti abriu o placar e igualou o agregado. A equipe da casa demonstrava nervosismo e parecia tentar segurar o resultado, postura que custaria caro.

Aos 29’, Oliver Rodas virou o confronto para o Iztapa. O terceiro golpe veio ainda antes do intervalo, aos 44’, com Soto ampliando em um chute potente de longa distância. Com 3 a 0 no placar, o Quiché foi para o vestiário visivelmente nocauteado.

Na volta, Mosquera tentou reanimar a equipe, que adotou postura mais agressiva e partiu para o tudo ou nada. A insistência só foi recompensada aos 89’, quando Miguel García acertou um belo chute de fora da área e diminuiu o prejuízo. A esperança, porém, durou pouco: aos 95’, Elvis Zamora selou a vitória com o quarto gol do Iztapa e sacramentou a eliminação quichelense.

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Apesar da eliminação nas quartas de final do Clausura 2024, a diretoria do Quiché FC decidiu manter a confiança no trabalho do técnico Darío Mosquera. O colombiano, que assumiu o comando da equipe no início da temporada passada, teve seu contrato renovado por mais um ano e seguirá à frente do time nos torneios Apertura 2024 e Clausura 2025.

A continuidade de Mosquera, no entanto, marcará o início de um novo ciclo no clube, que enfrentará importantes desafios dentro e fora de campo. Em meio a uma crise financeira, o Quiché FC planeja reduzir sua folha salarial em mais de 20%, o que já se reflete na saída de nomes importantes do elenco. Cinco titulares não permanecerão para a próxima temporada, incluindo o goleador argentino Guido Di Vanni, artilheiro com 20 gols em 2024, e o experiente goleiro Jonathan Dávila.

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Por outro lado, a diretoria conseguiu contornar algumas situações que pareciam irreversíveis. O meia costarriquenho Manfred Russell, que teve desentendimentos com Mosquera no último semestre, acabou renovando seu vínculo. O veterano lateral Jhonathan López também seguirá no elenco, assim como Valerio Morales.

Pensando na reformulação do grupo, Mosquera entregou à diretoria uma lista de reforços considerados prioritários. O técnico solicitou a contratação de dois goleiros, um centroavante para substituir Di Vanni e assumir a camisa 9 imediatamente, além de um zagueiro de maior qualidade técnica para reforçar a defesa, considerada o setor mais vulnerável da equipe. Também foram pedidos mais dois ou três jogadores para compor o elenco.

A pré-temporada começa nas próximas semanas, e a expectativa é que o Quiché FC anuncie as primeiras novidades ainda antes da virada do mês.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "Desafio aceito" (27/03)
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Foi apagão mesmo, mesmo mantém-se a confiança no treinador, e com razão.

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  Em 28/03/2025 em 11:14, Cadete213 disse:

Foi apagão mesmo, mesmo mantém-se a confiança no treinador, e com razão.

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Deu tudo errado nesse segundo jogo. Time todo desfalcado e desgastado, não conseguiu fazer nada. Pelo menos, Mosquera terá uma segunda chance de tentar uma campanha melhor.

Valeu, Cadete!

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O Quiché FC deu o pontapé inicial na temporada 2024 com foco total no torneio Apertura. A reapresentação do elenco veio acompanhada de mudanças significativas no grupo de jogadores, incluindo saídas de nomes importantes e a chegada de reforços experientes, com destaque para o atacante brasileiro Alexandro, também conhecido como “Alexgol”.

Entre os jogadores dispensados ao fim do contrato estão o zagueiro brasileiro Tiago Índio, que não conseguiu se firmar no time, o argentino Guido Di Vanni, artilheiro da última temporada, os pontas Kevin Nájera e Hebeth Santizo, além de outros três atletas oriundos da base.

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Para suprir a ausência de Di Vanni, a diretoria apostou na experiência de Alexandro, 37 anos, atacante com bastante rodagem, acumulando passagens por clubes como Botafogo, Bahia, Pohang Steelers (COR) e Ponte Preta, onde viveu seu auge e conquistou os apelidos "Alexgol" e “Macacão”. Com faro de gol e rodagem internacional, o veterano chega para ser referência ofensiva do Quiché.

Outro nome de peso é o do zagueiro equatoriano César Batalla, 28 anos, ex-LDU e El Nacional. Após atuar por diversos clubes da Série B do Equador, Batalla busca estabilidade e liderança na defesa do time guatemalteco.

Além das duas contratações principais, o Quiché também trouxe outros seis nomes para compor o elenco: os goleiros José Aguirre e Cristopher Ozaeta; os zagueiros Jorge Raúl Gaitán e Jorge Azurdia; e os meias Carlos Cordón e Fabricio Pérez. No comando técnico, Darío Mosquera inicia a temporada sob forte pressão. A diretoria exige uma campanha de protagonismo no Apertura 2024, com o objetivo de levar o clube de volta à elite do futebol da Guatemala.

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A trajetória do Quiché até aqui teve ótimos momentos, é verdade. A estreia, uma vitória segura sobre o vitoria.png San Pedro por 2 a 0, com gols do veterano Jhonathan López, foi animadora. Contra o recém-rebaixado empate.png Xinabajul, jogando fora de casa, o empate em 1 a 1 teve sabor positivo, especialmente por vir com um belíssimo gol do jovem Fabricio Pérez.

Vieram, depois, dois jogos em que o time mostrou competência. Primeiro, um 2 a 0 tranquilo sobre o vitoria.png Nueva Concepción. Em seguida, uma virada por 4 a 2 sobre o vitoria.png Deportivo Barberena, após um primeiro tempo desastroso. Uma reação que merece elogios, mas que também escancara como o Quiché ainda sofre com a mesma desatenção defensiva que marcou a última temporada.

Aliás, esse foi um dos principais problemas do primeiro turno, ainda que não tenha resultado em derrotas até aqui. Contra o modesto vitoria.png Sololá, em casa, o time abriu 3 a 0... e permitiu o empate de forma espantosa. Foi salvo da vergonha por Padilla, nos minutos finais, garantindo o 4 a 3. Contra o também frágil vitoria.png Cuilapa, nova dificuldade inesperada. Vitória apertada por 3 a 2, com Alexandro, até ali bastante criticado, finalmente anotando seu primeiro gol com a camisa quichelense.

O rendimento hesitante nessas vitórias parecia sinalizar que um tropeço estaria por vir, mas isso não aconteceu. Muito pelo contrário. A vitória dominante por 5 a 1 sobre o vitoria.png Ayutla nos apresentou um time bem mais encaixado, com os reforços finalmente demonstrando maior entrosamento com os remanescentes do elenco.

E então veio a noite que ninguém jamais esquecerá. Uma goleada histórica por 9 a 0 sobre o então vice-líder vitoria.png Suchitepéquez, fora de casa. Alexandro, Padilla, Russell e Marcelo Saraiva transformaram um confronto direto pelo topo da tabela em um massacre inacreditável. Um daqueles placares e circunstâncias que só acontecem uma vez na vida, ainda mais quando se vê a dificuldade que o Quiché teve para empatar em 1 a 1 com o empate.png Santa Lucia, em um cenário muito parecido.

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O Quiché encerrou o primeiro turno do Apertura 2024 na liderança do Grupo A, com 23 pontos e uma campanha invicta até aqui. Em qualquer cenário normal, seria hora de exaltar a consistência, a solidez e até a vocação ofensiva da equipe. Mas no Quiché, a régua é outra. A diretoria deixou claro desde o início que o único objetivo aceitável aqui será o título. E, para isso, não basta pontuar bem na fase regular. É preciso ser cirúrgico, implacável e maduro nos playoffs, algo que o time de Mosquera não se mostrou capaz de fazer no último Clausura.

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Se um dia Manfred Russell e o técnico Darío Mosquera tiveram motivos de sobra para se engalfinharem nos bastidores do Quiché, isso definitivamente ficou para trás. Com a renovação do contrato de ambos, algo que parecia improvável até certo momento, o costarriquenho tem sido uma peça fundamental no esquema de Mosquera. Mesmo sem contribuir tanto com gols e assistências, ele tem sido o cérebro da equipe dentro de campo.

No ataque, não resta dúvida de que Guido Di Vanni faz muita falta. Mas, aos poucos, o rendimento da dupla formada por Ángelo Padilla e Alexandro, que vinha tendo sérios problemas de adaptação, parece finalmente estar se encaixando. Ainda assim, especialmente o brasileiro tem deixado a desejar em termos de regularidade e precisará apresentar muito mais para justificar o peso da sua contratação.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "Vencer ou... vencer!" (29/03)
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Conseguiu fazer uma primeira fase boa, alcançando o objetivo mínimo. Certamente faltou algo a mais para seguir avançando nos playoffs, talvez se tivesse aproveitado melhor o jogo da ida contra o Iztapa as coisas poderiam ser diferentes. 

Agora a renovação me surpreendeu um pouco. Eu podia jurar que o normal seria pela saída do comandante. Mas Mosquera fez bem em ficar. Vejo que precisou lidar com uma certa reformulação e com várias saídas, especialmente na zaga e no ataque. E realmente, lidar com cortes na folha não é tarefa simples, mas o time foi muito bem. Batalla e Alexandro foram bons reforços na teoria, mas ainda estão em adaptação. 

Porém essa atual temporada do Quiché vem sendo esplêndida nos números. Simplesmente invicto até aqui. Apesar da defesa ainda dar sua vaciladas, o time vem jogado muito bem. Russell deu a volta por cima e o Fabrício Pérez parece ser extremamente promissor. Agora como você bem falou, é preciso manter a consistência para os playoffs e buscar de uma vez esse sonhado acesso.

Boa Sorte.

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  Em 29/03/2025 em 18:42, MitoMitológico disse:

Conseguiu fazer uma primeira fase boa, alcançando o objetivo mínimo. Certamente faltou algo a mais para seguir avançando nos playoffs, talvez se tivesse aproveitado melhor o jogo da ida contra o Iztapa as coisas poderiam ser diferentes. 

Agora a renovação me surpreendeu um pouco. Eu podia jurar que o normal seria pela saída do comandante. Mas Mosquera fez bem em ficar. Vejo que precisou lidar com uma certa reformulação e com várias saídas, especialmente na zaga e no ataque. E realmente, lidar com cortes na folha não é tarefa simples, mas o time foi muito bem. Batalla e Alexandro foram bons reforços na teoria, mas ainda estão em adaptação. 

Porém essa atual temporada do Quiché vem sendo esplêndida nos números. Simplesmente invicto até aqui. Apesar da defesa ainda dar sua vaciladas, o time vem jogado muito bem. Russell deu a volta por cima e o Fabrício Pérez parece ser extremamente promissor. Agora como você bem falou, é preciso manter a consistência para os playoffs e buscar de uma vez esse sonhado acesso.

Boa Sorte.

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Eu estava bem tendencioso a não renovar o contrato do Mosquera, mas quando a temporada foi se aproximando do final, as coisas meio que foram clareando. Alguns jogadores que não queria renovar contrato, acabaram renovando, e as oportunidades no mercado não pareciam vantajosas o suficiente para abandonar o barco agora.

Por outro lado, essa renovação trouxe um desafio como combo, já que a diretoria não aceita menos do que o título, e já no Apertura. É um risco bem grande, pois num mata-mata a chance é enorme de não se conseguir esse título e Mosquera ser demitido. Seria desastroso, mas faz parte da carreira de um treinador.

Acho que deu para trazer alguns reforços interessantes para essa nova temporada. O time (onze inicial) talvez seja um pouco inferior ao da última temporada, mas o elenco como um todo tem mais opções dentro das posições que preciso.

Alexandro é uma aposta gigante, pois Di Vanni vinha bem demais. Que pena que não quis renovar. Esse Pérez parece ser mesmo promissor. Foi uma das contratações que mais comemorei em o Diretor ter conseguido fechar, entre as indicações que passei.

Valeu, Mito!

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Vamos lá que é para vencer o Apertura. Estás no caminho certo e essa goleada dos 9 é humilhante demais para o adversário.

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  Em 30/03/2025 em 08:54, Cadete213 disse:

Vamos lá que é para vencer o Apertura. Estás no caminho certo e essa goleada dos 9 é humilhante demais para o adversário.

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É isso ou, provavelmente, a demissão de Mosquera!

Esses 9 a 0 foi um dos resultados mais aleatórios que vi no FM. Incrível!

Valeu, Cadete!

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O returno do Apertura 2024 mostrou que o Quiché ainda é um time em busca de equilíbrio. A derrota para o derrota.png Xinabajul, logo na reabertura da fase, escancarou os velhos problemas defensivos. A expulsão de Pérez e a falha grotesca do goleiro Dávila ilustraram bem a desconexão do time naquele 2 a 0 sem resistência.

Vieram, depois, vitórias importantes sobre vitoria.png San Pedro (1 a 0) e vitoria.png Nueva Concepción (3 a 1), mas sem convencer. Contra o empate.png Barbarena (3 a 3), mais um tropeço em casa e mais uma vez salvo por lampejos individuais – desta vez, um hat-trick de Alexandro. A tentativa de Mosquera de adiantar Pérez no esquema rendeu pouco contra o empate.png Sololá (1 a 1), e o time voltou a tropeçar.

Mesmo nos triunfos, como contra o vitoria.png Cuilapa (2 a 1) vitoria.png Ayutla (4 a 1), o Quiché alternou momentos de apatia com explosões de eficiência. O empate diante do empate.png Suchitepéquez, depois de uma goleada histórica no turno, teve gosto amargo. Pelo menos, o time fechou a fase regular com uma vitória suada sobre o vitoria.png Santa Lucia (3 a 2) – mais um jogo decidido nos detalhes e com Alexandro sendo novamente decisivo.

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Apesar das oscilações no desempenho, o Quiché terminou a fase de grupos com a melhor campanha geral entre os 20 clubes — 41 pontos, melhor ataque do Grupo A (51 gols) e apenas uma derrota. Com a vaga nos playoffs garantida e a liderança mantida, resta saber qual versão do Quiché entrará em campo: a que empolga ou a que desliga. E, com esse time, a resposta pode mudar em um intervalo de quinze minutos.

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O duelo entre Quiché e vitoria.png Cobán Imperial nas quartas de final do Apertura colocou em choque duas forças pressionadas por narrativas distintas: de um lado, o tradicionalismo ferido de um Cobán em busca do retorno imediato à elite; do outro, o projeto emergente e ambicioso de Darío Mosquera, cada vez mais cobrado por entregar títulos. E foi o Quiché quem soube lidar melhor com o peso da ocasião. O empate fora de casa demonstrou maturidade competitiva, e a vitória por 3 a 0 em Santa Cruz del Quiché foram uma declaração de força, não apenas técnica, mas emocional.

Pela primeira vez na temporada, o time mostrou solidez em fases decisivas, sem vacilar nos momentos-chave.

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O Quiché parecia imparável. Depois de despachar o Cobán Imperial com autoridade, o time de Darío Mosquera abriu a semifinal com mais uma vitória por 3 a 0 — um placar que, na teoria, oferecia todo o conforto possível para a volta contra o derrota.png Nueva Concepción, equipe que teve a pior campanha entre os classificados da fase regular. Mas o que se desenhava como consagração virou tragédia. No jogo decisivo, o Quiché colapsou de forma inexplicável. Um erro grotesco do goleiro Dávila logo no início, dois pênaltis entregues em sequência e uma atuação emocionalmente descontrolada culminaram em uma virada histórica de 4 a 0 para os adversários. Um vexame absoluto. Mais um!

Mais do que uma eliminação, o que se viu foi a confirmação do que sempre rondou o projeto de Mosquera, que é a capacidade de empolgar e decepcionar com a mesma intensidade. A fragilidade emocional do elenco, tantas vezes apontada ao longo do ciclo, explodiu no momento mais crítico. A semifinal escancarou as limitações de um time que ainda não sabe sofrer e de um treinador que, embora talentoso e carismático, segue sendo derrotado por seus próprios fantasmas.

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Se há um ponto que incomoda até os torcedores mais fiéis de Darío Mosquera, é sua teimosia em manter titulares que claramente não entregam o rendimento esperado. A principal decepção do Apertura atende pelo nome de César Batalla. Anunciado como reforço de peso para o sistema defensivo, o zagueiro equatoriano acumulou atuações desastrosas e jamais justificou a confiança depositada nele. Sua temporada foi uma reedição ainda pior da de Tiago Índio no Clausura. Ainda assim, Mosquera o blindou e insistiu.

Outro caso emblemático é o de Valerio Morales. Apesar de bons números na fase regular, sua lateral esquerda virou um corredor livre para os adversários, apelidado ironicamente pela torcida como “Avenida Valerio Morales”. Os gols sofridos por ali se tornaram rotina, e a falta de alternativas táticas do treinador para proteger aquele setor expôs ainda mais sua falta de flexibilidade. Mas talvez o nome mais doloroso de se criticar seja o de Jonathan Dávila. Goleiro respeitado no país, Dávila não só teve uma temporada instável, como foi protagonista negativo no maior vexame do ano.

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O Quiché FC oficializou nesta quarta-feira a demissão do técnico Darío Mosquera, encerrando um ciclo de altos e baixos no comando da equipe quichelense. A decisão, tomada semanas após a traumática eliminação nas semifinais do Apertura 2024, reflete um processo de desgaste que já se arrastava nos bastidores. A diretoria optou por aguardar a virada do ano antes de tomar uma decisão definitiva sobre o comando técnico.

A queda por 4x0 na partida de volta contra o Nueva Concepción, que reverteu uma vantagem de três gols construída no jogo de ida, foi considerada inaceitável por membros do conselho administrativo e selou o destino do colombiano. Apesar de campanhas ofensivas empolgantes e da vice-liderança na fase regular do Clausura anterior, Mosquera acumulou dois fracassos seguidos em mata-matas e não conseguiu transformar desempenho em conquistas.

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Internamente, sua insistência em escalar em jogadores em má fase, como o zagueiro equatoriano César Batalla, acirrou críticas e rachou sua relação com parte do elenco e da diretoria. Fontes próximas ao clube relatam que o técnico já estava sob forte pressão desde a eliminação anterior para o Iztapa, e que a semifinal serviu apenas como o ponto final de uma relação desgastada.

Os números, no entanto, são cruéis para o treinador colombiano que comandou a equipe em 42 partidas, somando 27 vitórias, 9 empates e apenas 6 derrotas, o que significa um aproveitamento superior a 71%. No entanto, apesar de ter perdido pouco, essas derrotas ocorreram justamente no momento em que um tropeço não poderia acontecer.

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Em nota oficial, o clube agradeceu os serviços prestados, mas sinalizou a necessidade de “reformulação técnica profunda”. Nas redes sociais, torcedores comemoraram a demissão do colombiano, que sai com a reputação arranhada, apesar de ter mostrado lampejos táticos promissores e carisma com parte do grupo.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "Favas contadas" (31/03)
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Ai ai, vê lá no que deu a teimosia. Mas pronto, temos que manter os nossos princípios. Não deu certo, venha o próximo desafio.

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