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Soy Loco Por Ti América - "Garantindo o mínimo" (26/03)


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Desde que comecei a compartilhar saves aqui, vários acabaram ficando pelo caminho, sem um desfecho digno. Dois deles, em especial, sempre me causaram um certo arrependimento: A Volta por Cima de Wanchope (2016) e Soy Loco Por Ti América (2020). Aliás, ambos já haviam sido tentados antes. Agora, a ideia é retomar este último, mais uma vez, com uma inspiração extra do save com Wanchope, resultando em uma carreira que abrangerá as principais ligas vinculadas à CONMEBOL e CONCACAF.

O save será centrado em Darío "El Cañón" Mosquera (fictício), um ex-atacante colombiano, cujo histórico detalharei adiante. O objetivo aqui será construir uma trajetória coerente, sem saltos irreais. Para isso, elaborei algumas regras para reduzir a subjetividade nas escolhas, utilizando as informações e cenários gerados pelo próprio jogo, algo que também explicarei mais adiante.

DADOS.png

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Além das ligas já presentes na database original, utilizei os updates do MasterIgor, facilmente encontrados em fóruns por aí afora. Selecionei todas as ligas que ele criou ou expandiu para a CONMEBOL, além das 14 principais ligas vinculadas à CONCACAF, com base no site oficial da confederação, com todas as divisões disponíveis no update. Optei por não adicionar as ligas caribenhas e outras mais alternativas por não participarem das principais competições continentais e por estarem pouquíssimo atualizadas. Também carreguei as oito principais ligas europeias, com base no site da UEFA.

Seguindo a recomendação do criador dos updates, ativei a opção de adicionar jogadores às equipes jogáveis e utilizei uma base de dados "Grande", incluindo todos os jogadores do continente disponíveis originalmente. Além disso, todas as ligas adicionadas estão como jogáveis.

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De toda forma, deixo claro que o foco do save se dará em ligas de países latino-americanos, ou seja, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Ainda assim, a MLS será um destino a ser considerado, por ser uma liga que atrai profissionais de todos esses países, ainda que eu não simpatize muito com ela.

PREMISSAS.png

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Mais adiante, explicarei com mais detalhes com funcionarão as regras de progressão no save, que servirão como um guia para que eu possa direcionar a carreira de Darío Mosquera sem saltos irreais. Além delas, também teremos algumas premissas que seguirei ao longo da trajetória com o técnico colombiano:

  • Nunca pedir demissão, priorizando o cumprimento integral dos contratos.
  • Nunca se candidatar a outros clubes enquanto estiver empregado.
  • Não renovar contrato se o salário ofertado for igual ou inferior ao atual.
  • Não assumir clubes que tenham sido campeões continentais nas últimas três décadas.
  • Priorizar contratações de jogadores da mesma nacionalidade do clube e/ou do treinador.
  • Não negociar diretamente com jogadores (o Diretor de Futebol será designado em todas as abordagens).
  • Respeitar as regras de progressão, sempre que for mudar de clube.

A proposta dessas premissas é justamente evitar que o treinador tome decisões dentro do jogo que dificilmente ocorreriam na vida real. Isso significa que ações pouco comuns no futebol profissional, como pedir demissão, se oferecer para outros clubes estando empregado, aceitar um salário menor em uma renovação ou negociar diretamente com jogadores, serão evitadas.

OBJETIVOS.png

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Como o banner do save sugere, o principal objetivo da jornada será a conquista de títulos continentais, com a CONMEBOL Libertadores e a CONCACAF Champions Cup como os grandes alvos de Darío Mosquera em sua trajetória pelas Américas. No entanto, para tornar a evolução do save mais gradual e desafiadora, estabeleci alguns objetivos adicionais:

  • Conquistar quatro títulos continentais por clubes diferentes, incluindo pelo menos uma CONMEBOL Libertadores e uma CONCACAF Champions Cup. Apenas serão contabilizados títulos conquistados por clubes que não vencem um torneio continental há pelo menos três décadas, priorizando equipes que nunca os conquistaram.
  • Vencer doze títulos nacionais em pelo menos sete países diferentes, independentemente da divisão disputada, ou se é liga ou taça.
  • Alcançar o Top 10 do Quadro de Honra da CONMEBOL.
  • Alcançar o Top 10 do Quadro de Honra da CONCACAF.

Em paralelo, a depender do andamento do save, é possível que eu tente algum objetivo adicional com seleções, como levar Honduras, Guatemala ou Venezuela a uma Copa do Mundo, ou ganhar uma Copa América com o Equador ou Venezuela, ou uma Copa Ouro com Panamá ou El Salvador, que seriam feitos inéditos.

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Nosso técnico será Darío "El Cañón" Mosquera (fictício), um ex-atacante colombiano ao melhor estilo andarilho da bola, inspirado em jogadores como Loco Abreu, Dayro Moreno, Paulo Wanchope e Julio César de León, entre muitos outros, nomes que representam perfeitamente a realidade do futebol latino-americano.

Ele iniciou sua carreira no Deportivo Pereira, destacando-se como um atacante promissor e chamando a atenção do Feyenoord, onde teve breve passagem antes de se firmar no CSKA Sofia. Após temporadas de destaque na Bulgária, foi contratado pela Udinese, mas sem espaço na equipe italiana, acabou emprestado para Lecce e Sampdoria antes de retornar à Colômbia para atuar pelo Once Caldas.

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No Once Caldas, Mosquera reencontrou seu bom futebol e marcou 41 gols em três temporadas, chamando a atenção do Necaxa, no México. Após perder espaço na equipe mexicana, passou a ser emprestado para clubes como Nacional (Paraguai) e The Strongest (Bolívia), disputando a Libertadores. Depois disso, embarcou em uma jornada por diversos clubes da América Central, vestindo as camisas de Herediano, Alajuelense, Marathón e Comunicaciones.

Nos últimos anos de carreira, Mosquera retornou à Colômbia para defender o Unión Magdalena, mas adiou a aposentadoria para uma última experiência no Tauro FC, do Panamá, onde jogou 9 partidas e marcou 5 gols. Pela seleção colombiana, disputou 23 jogos e anotou 7 gols entre 2003 e 2013. 

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O perfil de Mosquera foi criado no jogo sem qualquer qualificação, com experiência anterior de Futebolista Profissional (Nível Regional), foco de estilo de gestão Exigente (Físico, Mental, Determinação, Disciplina e Motivação), e desempregado.

Nas palestras, Mosquera será polêmico e provocador com rivais e imprensa, mas internamente será uma espécie de "paizão" com os jogadores, porém, impaciente, sem aturar aqueles que criam problemas sem razão. Sua relação com os presidentes dos clubes será turbulenta, onde ele tentará sempre impor suas vontades, sem aceitar facilmente ser contrariado, principalmente quando o assunto for salários.

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Quem já jogou um save de carreira no FM sabe que o jogo nem sempre lida bem com a reputação de clubes, ligas e treinadores. Isso faz com que, mais cedo ou mais tarde, surjam propostas desproporcionais ou "infactíveis", como times maiores abordando treinadores sem qualquer experiência. Essa situação pode confundir o manager e levá-lo a tomar decisões precipitadas em sua jornada.

Para evitar esse tipo de progressão irreal, qualquer mudança de clube que Darío Mosquera fizer ao longo do save precisará passar por um "filtro", que chamei de Regras de Progressão. Com base no desempenho do treinador na última temporada, as oportunidades se abrirão (ou não), garantindo um avanço mais coerente. Ou seja, nada de sair do Sampaio Corrêa para o Boca Juniors, ou do Carabobo para o Palmeiras, ainda que o jogo possa vir a oferecer oportunidades similares.

E, para tornar isso um pouco menos subjetivo, tentei separar os principais cenários que um treinador poderia enfrentar na vida real e o efeito prático que cada um teria no mercado de trabalho. Além disso, incluí exemplos para ilustrar melhor a dinâmica que pretendo seguir.

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Obviamente, esses cenários não são fixos, nem contemplam todas as possibilidades, de forma que podem ser ajustados ao longo do save. Sugestões e opiniões são sempre bem-vindas para aprimorar essa abordagem e torná-la ainda mais realista.

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Antes de avançarmos para os cenários, é importante entender como será medido o nível do treinador, que é o que o faria poder sair de um clube A para um clube B de forma justificada. Utilizando como base o sistema de reputação do jogo, que varia de 0.5 meia.png a 5 estrelas estrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.png, eu basicamente somarei a reputação do clube atual de Mosquera com a da liga onde ele joga, o que resultará na pontuação do treinador. Com base no desempenho do treinador em uma temporada, ele poderá incrementar essa pontuação com boas campanhas e títulos, ou piorá-la com campanhas ruins e demissões.

Por exemplo, o Cartaginés da Costa Rica possui estrela.pngestrela.png (2.0) de reputação, enquanto a Liga Costarriquenha possui estrela.pngestrela.png meia.png (2.5) de reputação. Logo, se Mosquera fosse contratado pelo Cartaginés, sua pontuação inicial seria de 4.5 pontos. Agora, vamos aos cenários!

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Clube: Cartaginés estrela.pngestrela.png (2.0)
Liga: Liga Promerica estrela.pngestrela.png meia.png (2.5)
Pontuação do treinador: 4.5 pontos

Imagine que o Cartaginés foi rebaixado e Mosquera foi demitido. Nesse caso, ele perderia 1.0 pontos, o que o forçaria a buscar um time com no máximo 3.5 pontos. Na prática, ele ainda conseguiria assumir times menores dentro da própria liga (2.5), como seria o Liberia (1.0), ou ir para uma liga um pouco menor, como a da Guatemala (2.0), onde poderia assumir o Cobán Imperial (1.5), por exemplo, que é um time médio da liga.

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Clube: Cartaginés estrela.pngestrela.png (2.0)
Liga: Liga Promerica estrela.pngestrela.png meia.png (2.5)
Pontuação do treinador 4.5 pontos

A diretoria do Cartaginés queria que Mosquera brigasse por uma vaga continental e isso não aconteceu, de forma que ele foi demitido. Nesse caso, ele perderia 0.5 pontos, o que o forçaria a buscar um time com no máximo 4.0 pontos. Na prática, ele ainda conseguiria assumir times um pouco menores dentro da própria liga (2.5), como seria o Pérez Zeledón (1.5), ou ir para uma liga parecida, como a de Honduras (2.5), onde poderia assumir o Victoria (1.5), por exemplo, ou ainda se aventurar na Série C Brasileira (2.0), em um time como o Amazonas (2.0).

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Clube: Cartaginés estrela.pngestrela.png (2.0)
Liga: Liga Promerica estrela.pngestrela.pngmeia.png (2.5)
Pontuação do treinador: 4.5 pontos

Imagine então que Mosquera não conseguiu levar o Cartaginés a uma competição continental, mas ainda manteve a equipe no meio da tabela. O objetivo não foi cumprido, mas a diretoria optou por mantê-lo no cargo. Nesse caso, Mosquera seria obrigado a permanecer no clube e aguardar por um novo desfecho, seja ele de demissão ou redenção.

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Clube: Cartaginés estrela.pngestrela.png (2.0)
Liga: Liga Promerica estrela.pngestrela.pngmeia.png (2.5)
Pontuação do treinador: 4.5 pontos

E se Mosquera tivesse conseguido levar o Cartaginés a uma competição continental? Sendo esta uma exigência do clube, o treinador colombiano nada mais estaria fazendo do que cumprindo o seu dever, minimamente. Nesse caso, ele não teria qualquer incremento para buscar um outro clube, caso queira. Ou seja, ou ele permaneceria no próprio Cartaginés ou buscaria outro clube do mesmo nível, o que não faria muito sentido, a não ser que haja algum conflito com a diretoria. Ainda assim, esses 4.5 pontos seriam suficientes para ele assumir qualquer time da Guatemala (2.0), por exemplo, como seria o Comunicaciones (2.5).

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Clube: Vila Nova estrela.pngestrela.pngmeia.png (2.5)
Liga: Série B estrela.pngestrela.pngmeia.png (2.5)
Pontuação do treinador: 5.0 pontos

Imagine que o Vila Nova consiga o acesso à Série A. Nesse caso, o técnico poderia assumir um clube com 0.5 pontos a mais, o que na prática não seria suficiente para ele assumir outra equipe da Série A, por exemplo. Assim como ocorreria na vida real, ele fatalmente assumiria outro time da Série B, embora possa conseguir um clube com reputação um pouco superior. Ou seja, o melhor cenário para esse treinador seria permanecer no mesmo clube, onde teria a chance de disputar a Série A, e só depois dar um salto maior.

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Clube: Fortaleza estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Liga: Série A estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Pontuação do treinador: 7.0 pontos

Aqui, podemos facilmente pegar um exemplo real e recente. No Fortaleza, Juan Pablo Vojvoda tem sido um alvo dos maiores clubes da Série A desde que tem conseguido levar o Tricolor do Pici a campanhas antes nunca imaginadas. Com esse 1.0 de incremento na pontuação, Vojvoda poderia assumir qualquer time da elite brasileira, como Palmeiras e Flamengo. 

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Clube: Athletico Paranaense estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Liga: Série A estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Pontuação do treinador: 7.0 pontos

Embora o Furacão não esteja mais na Série A, vou aproveitar um exemplo real ocorrido por lá. Em 2019, Tiago Nunes sob o comando do Athletico Paranaense, conquistou a Copa do Brasil e a Sul-Americana com um time considerado médio no cenário brasileiro. Em seguida, assumiu o Corinthians, um time de maior reputação, justificando o incremento na pontuação.

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Clube: Flamengo estrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.png (4.0)
Liga: Série A estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Pontuação do treinador: 7.5 pontos

Em 2019, Jorge Jesus sob o comando do Flamengo, conquistou o Brasileirão e a Libertadores com um dos maiores clubes do Brasil. Mesmo com esse sucesso, sua saída foi para o Benfica, um clube com reputação semelhante na Europa, sem um salto gigantesco para a elite europeia.

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Clube: Atletico Nacional estrela.pngestrela.pngestrela.png (3.0)
Liga: Categoria Primera A estrela.pngestrela.pngestrela.png (3.0)
Pontuação do treinador: 6.0 pontos

Em 2016, Reinado Rueda sob o comando do Atlético Nacional, conquistou a Libertadores com um clube de médio porte na América do Sul. No ano seguinte, ele viria a assumir o Flamengo, o que bate exatamente com o incremento de 1.5 na pontuação, onde ele teria chegado à 7.5 pontos.

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Clube: River Plate estrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.png (4.0)
Liga: Liga Profesional estrela.pngestrela.pngestrela.pngmeia.png (3.5)
Pontuação do treinador: 7.5 pontos

Em 2018, Marcelo Gallardo sob o comando do River Plate, conquistou a Libertadores pela segunda vez, por um time que sempre entra na competição entre os favoritos, por toda a sua tradição. Embora Gallardo parecesse ainda aguardar uma oportunidade na Europa, a realidade foi bem diferente. O argentino passou a ser sondado por clubes brasileiros como Corinthians, Palmeiras, Flamengo e São Paulo.

Algo parecido ocorreu com Abel Ferreira no Palmeiras, que até hoje não atraiu o interesse de qualquer clube de ponta na Europa, e Jorge Jesus, que saiu do Flamengo para o Benfica, que é um clube de reputação similar. É o que justifica o pequeno incremento de apenas 0.5 pontos.

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O foco principal do save será a carreira em clubes, mas a possibilidade de assumir uma seleção em algum momento ficará totalmente em aberto, já que esse é um caminho natural para treinadores que alcançam sucesso em sua trajetória. Então, tudo dependerá do caminho que Darío Mosquera conseguir trilhar em sua carreira.

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O mais interessante dessa abordagem é que o impacto da progressão variará de acordo com o nível da liga e do clube onde o treinador estiver, mesmo que as regras sejam aplicadas uniformemente em todos os contextos. Por exemplo, um técnico na elite do futebol brasileiro não sentirá um grande impacto ao conquistar títulos nacionais e até continentais, já que está na liga de maior reputação do continente. Porém, se estiver em um clube menor, ainda que esteja no Brasil, isso poderá lhe render um cargo em um clube de ponta no país. 

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Acompanhando. Boa sorte.

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  Em 21/03/2025 em 07:19, Cadete213 disse:

Acompanhando. Boa sorte.

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Valeu, Cadete!

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Boa sorte! vai continuar com o save do Cavalera?

Postado
  Em 21/03/2025 em 11:56, LC disse:

Boa sorte! vai continuar com o save do Cavalera?

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Valeu, LC!

Claro, segue o jogo! 🏴‍☠️

Postado

Grande Feitosa, o homem está imparável! Eu me lembro da saga do Wanchope e talvez da primeira Loco por Ti, vai ser muito interessante acompanhar essa nova saga de inicio(bom, eu espero conseguir kkk).

Bem elaborada essas premissas e mais ainda a regra de progressão. Curioso pra ver como vai rolar esse sistema.

Boa Sorte.

Postado
  Em 21/03/2025 em 16:49, MitoMitológico disse:

Grande Feitosa, o homem está imparável! Eu me lembro da saga do Wanchope e talvez da primeira Loco por Ti, vai ser muito interessante acompanhar essa nova saga de inicio(bom, eu espero conseguir kkk).

Bem elaborada essas premissas e mais ainda a regra de progressão. Curioso pra ver como vai rolar esse sistema.

Boa Sorte.

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Sim, eu devo ter feito pelo menos 3x cada um desses saves! 😂😂😂 Mas agora vai!

Espero que consiga acompanhar. A ideia é alternar as postagens com o save do Calavera, então a tendência é que as postagens sejam mais espaçadas e fáceis de acompanhar.

Valeu, Mito!

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  Em 21/03/2025 em 00:05, mfeitosa disse:

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Antes de avançarmos para os cenários, é importante entender como será medido o nível do treinador, que é o que o faria poder sair de um clube A para um clube B de forma justificada. Utilizando como base o sistema de reputação do jogo, que varia de 0.5 meia.png a 5 estrelas estrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.pngestrela.png, eu basicamente somarei a reputação do clube atual de Mosquera com a da liga onde ele joga, o que resultará na pontuação do treinador. Com base no desempenho do treinador em uma temporada, ele poderá incrementar essa pontuação com boas campanhas e títulos, ou piorá-la com campanhas ruins e demissões.

Por exemplo, o Cartaginés da Costa Rica possui estrela.pngestrela.png (2.0) de reputação, enquanto a Liga Costarriquenha possui estrela.pngestrela.png meia.png (2.5) de reputação. Logo, se Mosquera fosse contratado pelo Cartaginés, sua pontuação inicial seria de 4.5 pontos. Agora, vamos aos cenários!

 

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Gostei disso, mas e se você conseguir se classificar a uma competição continental com uma equipe candidata ao rebaixamento?

Aí iria somar 1,0 pontos, é isso?

Postado
  Em 21/03/2025 em 18:58, Johann Duwe disse:

Gostei disso, mas e se você conseguir se classificar a uma competição continental com uma equipe candidata ao rebaixamento?

Aí iria somar 1,0 pontos, é isso?

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Correto, Johann!

Entraria no "Extrapolou os objetivos (+.10)".

Postado

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Iniciando o jogo em dezembro de 2023, o cenário do mercado era marcado por ligas já em andamento — aquelas que seguem o calendário europeu — e outras ainda por começar, como o caso do Brasil. Defini que Darío Mosquera começaria sua trajetória com 2.0 pontos, o que o obrigaria a iniciar a carreira em ligas de baixíssimo prestígio. Dentro desse contexto, considerando apenas os clubes que iniciam o jogo sem treinador, três oportunidades me chamaram a atenção:

  • 80006732.pngMunicipal Turrialba meia.png, da 92036-costa-rica-icon.png 2ª Divisão da Costa Rica estrela.pngmeia.png - Total 2.0
  • 87041994.pngQuiché meia.png, da 92110-guatemala-icon.png 2ª Divisão da Guatemala estrela.pngmeia.png - Total 2.0
  • 51014822.pngAyense meia.png, da 92210-mexico-icon.png 4ª Divisão do México estrela.png - Total 1.5

Avaliei que os três destinos eram realistas para um treinador colombiano em início de carreira, ainda mais sabendo que Mosquera, enquanto jogador, atuou em todos esses países. Sendo assim, me candidatei aos três clubes e, ao final do processo, apenas o Deportivo Quiché demonstrou interesse pelos serviços do El Cañón. E é pra lá que vamos.

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O Club Deportivo Quiché FC é um clube de futebol da cidade de Santa Cruz del Quiché, na Guatemala, fundado em 1956. Atualmente disputa a Primera División de Ascenso do futebol guatemalteco, equivalente à segunda divisão nacional. Em seus primeiros anos, o Quiché chegou a participar da Liga Nacional (primeira divisão) nas temporadas de 1959/60 e 1961/62, representando precocemente a região de El Quiché na elite do futebol do país. 

Identificado fortemente com a cultura maia local, o clube carrega o apelido de “El Imperio”, em alusão ao histórico império K’iche’ que floresceu na região de Quiché. A torcida quichelense é conhecida por sua paixão e fidelidade, tornando o Estádio Municipal de Santa Cruz del Quiché um local de grande apoio ao time. No Apertura 2018, por exemplo, o Quiché vendeu mais de 40 mil ingressos em seus jogos, um número de público que superou até mesmo clubes tradicionais da capital guatemalteca. Essa forte conexão cultural e popularidade regional faz do Quiché um símbolo de orgulho para o departamento de Quiché.

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Nos anos recentes, o Quiché alcançou campanhas de destaque na segunda divisão nacional. No Torneio Clausura 2019, o clube chegou à final, mas acabou desclassificado da partida decisiva devido a punições por irregularidades. Dois anos depois, veio a redenção: o Quiché sagrou-se campeão do Clausura 2021, conquistando seu primeiro título nesse nível ao vencer o Nueva Concepción na final. Apesar do título, a equipe não conseguiu o acesso na oportunidade, pois foi derrotada nos pênaltis pelo CSD Sololá no playoff de promoção à Liga Nacional.

Ao longo de sua história, o Quiché FC contou com alguns jogadores e treinadores notáveis no cenário nacional. Um exemplo recente foi o goleiro Ricardo “Trigueño” Foster, ex-jogador da seleção da Guatemala, que defendeu as cores do Quiché já veterano e ajudou na campanha do título de 2021. Também já passaram pelo comando técnico do clube nomes experientes, como o chileno Henry Barrientos, responsável por levar o “Imperio” de volta à segunda divisão em 2018, e o argentino Roberto Gamarra, contratado em 2023.

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Darío Mosquera chega ao Quiché no meio da temporada, o que levou a diretoria a oferecer um contrato curto, válido por apenas seis meses, exclusivamente para a disputa do Clausura 2024 da Primera División de Ascenso da Guatemala, a segunda divisão local. Encaro essa passagem pelo clube de Santa Cruz del Quiché como um "trampolim" para futuros desafios, e por isso pretendo analisar o mercado com atenção quando o vínculo estiver próximo do fim, avaliando cuidadosamente os próximos passos da carreira de El Cañón.

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A Primera División de Ascenso da Guatemala, assim como muitas ligas latino-americanas, adota o tradicional formato de duas competições por temporada: Apertura e Clausura. No caso guatemalteco, são 20 clubes divididos em dois grupos, com um sistema de classificação para os playoffs bastante generoso, que explicarei melhor quando o time já estiver em campo. No Apertura 2023, o Quiché terminou a fase regular na 6ª colocação do Grupo A, garantindo vaga na fase preliminar dos playoffs. Passou pelo Heredia, mas foi eliminado nas quartas de final pelo Santa Lucia, uma campanha que me pareceu promissora.

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Sobre o regulamento, ao fim da temporada, os desempenhos no Apertura e Clausura são somados para formar a Classificação Geral, ainda dividida pelos dois grupos. A pior equipe de cada grupo é automaticamente rebaixada à terceira divisão, enquanto os 9º colocados de cada grupo se enfrentam em um playoff para definir a terceira vaga de descenso. Quanto ao acesso, o jogo não deixa isso completamente claro, mas tudo indica que os campeões de cada fase (Apertura e Clausura) conquistam o acesso direto, ou então os líderes gerais de cada grupo ao fim da temporada.

Embora na visão geral do clube a diretoria indique que espera apenas evitar o fundo da tabela, a tela de boas-vindas à contratação de Darío Mosquera trazia uma expectativa mínima de alcançar ao menos as quartas de final, que inclusive aparece nas expectativas da torcida. Ou seja, existe uma pressão velada para repetir, no mínimo, o desempenho anterior. Minha expectativa pessoal é de superá-la, mesmo sabendo que esse formato de mata-mata na segunda fase seja traiçoeiro.

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Ao melhor estilo latino-americano de gastar mais do que arrecada, o Quiché ostenta atualmente uma das maiores folhas salariais da Primera División de Ascenso da Guatemala, com R$ 79 mil mensais já comprometidos e ainda com margem para novas contratações. Como era de se esperar, as finanças do clube estão no vermelho, com projeções indicando uma piora significativa nos próximos meses. O cenário financeiro, portanto, é tão desafiador quanto o esportivo.

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Como já mencionado, o elenco do Quiché é um dos mais caros da segunda divisão guatemalteca, algo que se justifica, em parte, pela presença de diversos medalhões no elenco, muitos deles com mais de 34 anos. Além desse perfil mais veterano, o time sofre com falta de profundidade em setores-chave: enquanto há cinco centroavantes à disposição, praticamente não há opções de qualidade para a zaga, revelando um desequilíbrio claro na montagem do plantel.

A referência técnica do elenco imperial é o experiente meia versátil Manfred Russell (35 anos), com passagens pela seleção da Costa Rica e forte identificação com o Saprissa, clube que defendeu por mais tempo em seu auge. Na mesma faixa etária, o time conta com o polivalente Jhonathan López (35 anos), ex-jogador da seleção da Guatemala, e com o centroavante argentino Guido Di Vanni (35 anos), um autêntico andarilho da bola, com passagens por Bulgária, Itália e diversos países da América Latina.

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Já os "vovôs" do elenco são o mexicano Luis Nieves (38 anos), mais um centroavante no plantel, e o zagueiro Tiago Índio (37 anos), que construiu sua carreira entre clubes do interior paulista, equipes da América Central e até uma passagem pelo futebol de Malta. Curiosamente, Índio estava encostado no elenco e sequer foi inscrito para o Apertura, mas com Mosquera voltará a ter chances.

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Apesar do desequilíbrio evidente, o elenco do Quiché tem nível mais do que suficiente para competir na segunda divisão da Guatemala sem grandes sustos. Por isso, minha atuação no mercado de transferências será mínima. A ideia é manter a base do time e, no máximo, buscar um zagueiro colombiano, deixando a primeira “assinatura” de Mosquera no clube, além de tentar negociar um dos muitos atacantes disponíveis, aliviando um pouco a folha e equilibrando melhor o plantel.

Vale lembrar que, neste save, não abordarei diretamente nenhum jogador. Caso algum nome desperte meu interesse dentro do escopo de observação dos olheiros, ele será apenas adicionado como "alvo de transferência", deixando a cargo da diretoria decidir se fará ou não a investida, bem como quais valores ela estaria disposta a envolver naquela negociação.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "El Imperio del Quiché" (22/03)
Postado

Contratos de 6 meses, finanças no vermelho...mas ao menos o plantel parece competitivo.

Postado
  Em 22/03/2025 em 22:09, Cadete213 disse:

Contratos de 6 meses, finanças no vermelho...mas ao menos o plantel parece competitivo.

Expand  

Dureza mesmo! Mas vejo potencial.

Valeu, Cadete!

Postado

Nossa, 2ª divisão da Guatemala é doideira, hahaha! Boa sorte pro nosso El Cañón!  Tipo de desafio que gosto bastante, promete exigir bastante da habilidade do técnico em lidar com esses clubes gastões da América Latina e esses elencos desequilibrados. Acho que a idade não é tanto um problema nesses jogadores velhos, só vira problema quando o sujeito decide aposentar, no momento eles são "o que tem".

Postado

Vai ter que fazer milagre nesses 6 meses de contrato. Boa sorte.

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  Em 23/03/2025 em 01:00, Fernandinhobol disse:

Nossa, 2ª divisão da Guatemala é doideira, hahaha! Boa sorte pro nosso El Cañón!  Tipo de desafio que gosto bastante, promete exigir bastante da habilidade do técnico em lidar com esses clubes gastões da América Latina e esses elencos desequilibrados. Acho que a idade não é tanto um problema nesses jogadores velhos, só vira problema quando o sujeito decide aposentar, no momento eles são "o que tem".

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Relembrando os velhos tempos em que eu só jogava em ligas alternativas! 😎

O legal é que a base dos times até que está satisfatoriamente atualizada. Isso ajuda muito a tentar algo do tipo. 

De fato, também não tenho tanto problemas com jogadores veteranos nos meus times, embora o FM24 tente privilegiar um tipo de jogo mais rápido e físico onde a garotada acaba fazendo a diferença.

Valeu, Fernandinho!

  Em 23/03/2025 em 12:01, LC disse:

Vai ter que fazer milagre nesses 6 meses de contrato. Boa sorte.

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Com certeza, meu amigo. Vamos adiante! 💪

Valeu, LC!

Postado

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O Quiché FC segue se preparando para a disputa do Clausura 2024 e anunciou oficialmente a contratação de três reforços para o elenco agora comandado pelo colombiano Darío Mosquera, ex-centroavante que teve passagem marcante pelo Comunicaciones, em 2020/21.

Entre os nomes confirmados está o meia Marcelo Saraiva, de 21 anos, apontado como uma das grandes promessas recentes do futebol guatemalteco. Com passagem pelas categorias de base do Internacional, do Brasil, Marcelo chegou a ser negociado com o Nottingham Forest, da Inglaterra, onde não vingou e acabou dispensado. De volta à Guatemala, vestiu a camisa do Antigua e integrou o elenco vice-campeão do Clausura 2023, embora sem se firmar entre os titulares. No Quiché, o jovem busca recuperar a confiança e reencontrar o futebol que o destacou na base.

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A defesa também ganhou um novo nome com a chegada do zagueiro colombiano Juan José Parra, de 22 anos. Revelado pelo Independiente Medellín, Parra também passou pelo North Texas, dos Estados Unidos, e chega ao clube como uma aposta para o setor defensivo, ainda em busca de consolidação no futebol profissional. Outra novidade é o goleiro Brandon Dávila, de 27 anos, ex-Mixco, que chega para ser uma alternativa segura ao titular Jonathan Dávila.

Além das chegadas, o Quiché FC também oficializou as saídas de dois veteranos. O atacante Jorge Ajmac, de 36 anos, se transferiu para o Nueva Concepción, adversário direto do Quiché na competição. Já o atacante mexicano Emmanuel Tapia, de 35 anos, retornou ao seu país natal para defender o Caja Oblatos, clube da quarta divisão mexicana.

O Diretor de Futebol Juan Vásquez comentou sobre as movimentações: "Trabalhamos bastante para conseguir concretizar essas contratações, que foram pedidos diretos do nosso novo treinador, Darío Mosquera. Tentamos vários outros nomes, mas é sempre um grande desafio convencer jogadores de maior peso a virem atuar na segunda divisão da Guatemala. Mesmo assim, acreditamos que conseguimos montar uma base sólida para competir com força nesse Clausura."

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Não há como negar a eficiência de Darío Mosquera no comando do Quiché. Seu 5-2-3 MD, pragmático e sem firulas táticas, tem proporcionado resultados consistentes, especialmente no setor ofensivo, alavancado pelo brilho do argentino Guido Di Vanni. É verdade que o elenco ainda apresenta carências – sobretudo na defesa –, mas, no panorama geral, continua sendo um dos mais qualificados da competição.

Porém, nem tudo são flores no vestiário. Fontes ligadas ao clube afirmam que, após ser cobrado por um grupo de jogadores encabeçado pelo costarriquenho Manfred Russell, o técnico colombiano reagiu de forma acalorada e teria até mesmo arremessado uma cadeira, expondo a personalidade explosiva que já conhecemos de outros tempos. Se o pulso firme de Mosquera pode ser visto como uma tentativa de manter o grupo sob controle, a falta de harmonia é um sinal de alerta: comportamentos extremos costumam deixar sequelas e podem dividir ainda mais um elenco que, na teoria, tem tudo para brigar por voos mais altos.

O fato é que, apesar desse clima tenso, o Quiché segue somando resultados importantes, como contra seus adversários diretos empate.png San Pedro e vitoria.png Marquense, apesar da derrota decepcionante para o derrota.png Nueva Concepción. A grande questão é se, no longo prazo, o time conseguirá equilibrar disciplina e tranquilidade interna para se manter no topo. Afinal, o pragmatismo tático é só uma parte do sucesso: sem estabilidade nos bastidores, todo o potencial desse elenco corre o risco de ficar comprometido.

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O Quiché venceu todos os confrontos contra equipes consideradas mais fracas e manteve um rendimento satisfatório diante dos favoritos, desempenho que foi suficiente para os quichelenses fecharem o turno na liderança do Grupo A com 22 pontos – desempenho que iguala o do Iztapa, campeão do Apertura, então líder do Grupo B. Outro ponto a ser destacado é o time ter atingido quase 80% da pontuação que conquistara em todo o Apertura, só neste primeiro turno do Clausura, demonstrando o impacto imediato da chegada de Darío Mosquera ao comando da equipe.

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Se existe um antídoto quase infalível para contornar o descontentamento de um vestiário, são os bons resultados. Prova disso é que, mesmo em meio a um clima ainda pouco amistoso no Quiché, com Manfred Russell nitidamente em baixa, jogadores como Guido Di Vanni, Kevin Nájera e Juan José Parra vêm se destacando e mantendo a equipe na briga pela ponta. As arquibancadas, naturalmente, reagem a cada vitória, tornando o ambiente bem menos turbulento quando a bola rola.

Na retaguarda, porém, a confiança depositada por Darío Mosquera em Tiago Índio ainda não vem sendo correspondida. O brasileiro ganhou mais chances desde a chegada do treinador colombiano, mas não tem entregado o desempenho que dele se espera. Resta saber se o peso dos bons resultados vai seguir mascarando esses problemas ou se, mais cedo ou mais tarde, a realidade interna vai cobrar a conta.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "Cartão de visitas" (24/03)
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Marcelo Saraiva é craque para essa liga. Os resultados também estão bons e ainda bem que estão a acalmar os ânimos.

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  Em 24/03/2025 em 19:33, Cadete213 disse:

Marcelo Saraiva é craque para essa liga. Os resultados também estão bons e ainda bem que estão a acalmar os ânimos.

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Sem dúvida. Acho que ele e o Parra são jogadores top para essa liga. Me surpreendeu o Diretor ter conseguido trazê-los.

Esse primeiro turno foi bem tranquilo. Acredito que o desafio maior será no mata-mata.

Valeu, Cadete!

Postado

Achei os reforços sensacionais. Engraçado que no meu save nas últimas temporadas deixei a proposta das ofertas para o Diretor, mas apareceu pouca coisa boa pra mim ainda.

No mais, gostei do começo. Guatemala é um país bem alternativo, mas sei que só serviu como um início de carreira e um trampolim para outros voos... mas quero pelo menos ver o Quiché na elite do país. Acredito que tens tudo para entrar no mata-mata, que é o maior desafio.

Resta ir equilibrando melhor o plantel(que ganhou excelentes reforços, diga-se, e tirar esse costa-riquenho escroto que está tumultuando o vestiário.

Boa Sorte.

Postado
  Em 25/03/2025 em 11:43, MitoMitológico disse:

Achei os reforços sensacionais. Engraçado que no meu save nas últimas temporadas deixei a proposta das ofertas para o Diretor, mas apareceu pouca coisa boa pra mim ainda.

No mais, gostei do começo. Guatemala é um país bem alternativo, mas sei que só serviu como um início de carreira e um trampolim para outros voos... mas quero pelo menos ver o Quiché na elite do país. Acredito que tens tudo para entrar no mata-mata, que é o maior desafio.

Resta ir equilibrando melhor o plantel(que ganhou excelentes reforços, diga-se, e tirar esse costa-riquenho escroto que está tumultuando o vestiário.

Boa Sorte.

Expand  

Infelizmente, delegar as contratações ao Diretor no FM ainda não é algo bem otimizado. É bem aleatório, para ser sincero. Dá para levar um save, mas é bem zoado.

No meu caso, a obrigação é que o Diretor faça as negociações, mas quem ele vai abordar sou eu quem indico. Nessa janela, eu devo ter apontado para ele uns 15 jogadores que tinham enorme chance de aceitar vir para o Quiché, mas ele quebrou bastante a cabeça com os primeiros e só veio acertar já nos últimos, que foram esses três aí. O que foi bem curioso, pois o Marcelo e o Parra, por exemplo, eram os únicos da lista que eu tinha certeza que ele não conseguiria fechar. E fechou. E, por outro lado, jogadores que seriam beeeem mais "fáceis", ele se enrolou completamente.

Na imagem abaixo dá para ver que ele provavelmente vacilou no "tempo de jogo acordado". Para o Marcelo Valencia (que renomeei para Marcelo Saraiva, que é como ele é conhecido), ele botou de cara como "Estrela", e convenceu o garoto.

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Esse início de carreira do Mosquera deve ser bem alternativo, do jeito que eu gosto! 😎 Permanecer no Quiché vai depender muito do cenário ao final da temporada. Existem alguns pontos complicados aqui, onde o principal deles é que provavelmente eu teria que montar o time do zero na próxima temporada, pois nenhum dos jogadores que estavam no clube quando iniciei o save querem renovar contrato. O motivo é que eles possuem contrato profissional, mas o time é semiprofissional, então não consigo renovar o contrato deles, ofertando condições parecidas. Se, de repente, o Quiché subir de divisão e se profissionalizar, pode ser que o cenário mude. Outro motivo de desmanche é que a maior parte dos destaques do elenco estão em final de carreira e a qualquer momento devem anunciar aposentadoria.

Valeu, Mito!

Postado

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O returno do Quiché começou no mesmo ritmo frenético que marcou o fim do primeiro turno. O empate por 4 a 4 diante do empate.png Suchitepéquez foi um verdadeiro festival de gols e falhas, incluindo ainda três bolas na trave para os quichelenses, um pênalti desperdiçado pelos visitantes e um hat-trick de Guido Di Vanni. Por outro lado, ficou evidente que a defesa – embora seja estatisticamente a melhor do Grupo A – segue cometendo deslizes alarmantes, algo que infelizmente não é exclusividade do Quiché nesta divisão.

Nas rodadas seguintes, vieram as vitórias praticamente obrigatórias sobre vitoria.png Juventud Copalera (2 a 0), vitoria.png Juventud Pinulteca (4 a 1) e vitoria.png Cuilapa (4 a 1), adversários reconhecidamente mais fracos. Já contra o vitoria.png Santa Lucia, um time de maior qualidade, o Quiché encarou um duelo repleto de faltas, mas segurou um valioso 2 a 1 mesmo após a expulsão de Valerio Morales. O grande tropeço desse período foi o 2 a 2 diante do frágil empate.png Deportivo Barbarena, em que a arbitragem, bastante contestável, acabou favorecendo mais os quichelenses do que o adversário.

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Mais tarde, na derrota em casa para o derrota.png Nueva Concepción (1 a 2 de virada), novamente ficou evidente que as oscilações defensivas podem custar caro, e o filme se repetiu diante do derrota.png Marquense (outra derrota por 1 a 2), concorrente direto na briga pela liderança. Ainda assim, houve uma dose de heroísmo na vitória de virada sobre o vitoria.png San Pedro (3 a 2), fora de casa, que demonstrou que o time não é um completo fracasso contra times mais fortes.

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No fim das contas, o Quiché fechou a fase regular em 2º lugar no Grupo A, somando 39 pontos e garantindo vaga direta às quartas de final. Com 50 gols marcados (segundo melhor ataque) e 25 sofridos (melhor defesa do grupo), o time figura entre os mais competitivos da competição, mesmo que a inconsistência lá atrás pese vez ou outra no placar. Vale lembrar que esse desequilíbrio não se resume apenas ao Quiché. Trata-se de um mal generalizado nesta divisão.

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Nas quartas de final, o Quiché terá pela frente o Iztapa, atual campeão do Apertura 2023. Embora não tenha apresentado o melhor dos returnos, a equipe vem em ascensão e acaba de eliminar o competitivo San Pedro na fase preliminar. Pelo histórico e pela camisa, o Iztapa chega como favorito natural, mas o bom momento do Quiché, mesmo com oscilações, não pode ser subestimado.

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Depois de todo o drama com Manfred Russell, que voltou a jogar bem e aparentemente fechou as feridas abertas com Darío Mosquera, agora é Guido Di Vanni quem mostra clara insatisfação com a falta de qualidade do plantel, sobretudo no setor defensivo. O argentino, principal destaque ofensivo do Quiché, não esconde sua frustração, reforçando a dificuldade que Mosquera encontra em gerir egos e expectativas dentro do elenco.

Para piorar, o goleiro Brando Dávila, um dos reforços mais recentes, entrou em rota de colisão com o treinador. Descontente, o jogador declarou publicamente seu desejo de sair e, em resposta, o colombiano fez questão de expor sua contrariedade de forma áspera. O resultado? Rescisão de contrato com menos de quatro meses de casa. Mesmo que os resultados em campo ainda sejam bons, a tendência é que a pressão aumente consideravelmente se Mosquera não encontrar um jeito de administrar crises recorrentes e manter o grupo unido.

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Apesar de o Quiché ainda ter condições de surpreender na reta final, Darío Mosquera já cumpriu o que a diretoria havia definido como meta mínima para a temporada: alcançar as quartas de final do Clausura 2024. Com seu vínculo próximo do fim, a continuidade do técnico colombiano está envolta em incertezas. O clube até chegou a iniciar conversas para uma renovação, mas Mosquera teria declinado da proposta, em razão de o novo salário oferecido ser inferior ao que recebe atualmente. Assim, embora os resultados em campo sejam satisfatórios, o futuro de Mosquera no Quiché hoje é uma completa dúvida.

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  • mfeitosa mudou o título para Soy Loco Por Ti América - "Garantindo o mínimo" (26/03)
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Mosquera cumpriu objetivos mínimos de uma direção pouco ambiciosa. Queremos que continue a surpreender.

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